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Potentes, velozes e com ampla capacidade de armazenamento – os discos mais modernos garantem o alto desempenho de portáteis e PCs.

Mas, esses atributos não foram conquistados do dia para a noite. O disco passou por muitas evoluções até se tornar o que é hoje – mesmo que, agora, esteja a ser substituído pelos poderosos SSDs.

Para lhe mostrar como foi esse processo de evolução, montamos este artigo com uma linha do tempo do disco e os seus avanços ao longo dos anos.

Linha do tempo da tecnologia do disco

O disco teve que percorrer um longo caminho para se tornar o que é hoje: a sua história começa em 1956 e apresenta diversos marcos de progresso através dos anos. Descubra cada um deles a seguir:

O primeiro disco comercial

O IBM 350 foi a primeira unidade de disco desenvolvida pela IBM em 1956 e lançada em 1957. Era composto por 50 discos magnéticos com 50.000 sectores, onde cada um suportava 100 caracteres alfanuméricos. Ou seja, a sua capacidade de armazenamento era de 5 Mb.

A história do HD

Primeiro disco com cabeças de rolamento de ar

Em 1961, a IBM lançou o IBM 1301, que tinha cabeçotes projetados para se deslocarem num colchão de ar em rolamentos pneumáticos e ler os dados dos discos.

Comparado com o IBM 350, o IBM 1301 apresentou um avanço em armazenamento, com capacidade para 19 Mb de dados.

A história do HD

A unidade de pacote de disco removível

A evolução do IBM 1301 – o IBM 1311 – veio em 1962, a primeira unidade disco a contar com pacotes de discos removíveis. Cada um deles contendo cerca de 2 milhões de caracteres e o dobro da densidade de gravação da versão anterior.

O tamanho do IBM 1311 também apresentou um grande avanço em relação às versões anteriores. Enquanto elas tinham o tamanho aproximado de um guarda-roupas, ele tinha o tamanho de uma máquina de lavar.

A história do HD

Discos flexíveis de oito polegadas

Na década de 50, as empresas consideravam desenvolver unidades capazes de armazenar maiores volumes de dados num único dispositivo.

Então, no final da década de 60, os engenheiros da IBM em San Jose desenvolveram os discos rígidos de oito polegadas – que só começaram a ser comercializados em 1971.

Estes discos tinham uma capacidade de armazenamento extremamente limitada: cerca de 80 Kb, no máximo.

Microcomputadores utilizados para a engenharia, negócios, ou processamento de texto geralmente usavam uma, ou mais unidades de discos flexíveis de 8 polegadas para armazenamento removível.

A história do HD

Unidade de disco rígido lacrada

Em 1973, a IBM criou o disco Winchester 3340: uma unidade de disco rígido lacrada que possuía um hardware selado com mecanismos lubrificados e cabeça de peso reduzido.

A unidade se destacava pela sua cabeça de leitura/escrita menor, mais leve e pelo design dela, que permitia andar mais próximo da superfície do disco.

O Winchester foi o primeiro disco com funcionamento semelhante aos atuais discos rígidos e apresentava o dobro da densidade de informação dos discos anteriores da IBM.

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A disquete

Uma evolução dos discos flexíveis de oito polegadas lançada em meados de 1976, a disquete era uma unidade leve, prática e portátil, mas com capacidade de armazenamento limitada (armazenavam apenas 1,44 Mb, no máximo). Por causa disso, eram necessárias várias disquetes para armazenar os ficheiros.

A tecnologia RAID em discos

A tecnologia RAID (Redundant Array of Independent Disks ou Conjunto Redundante de Discos Independentes) em discos foi criada em 1978 pela IBM, visando melhorar a confiabilidade e segurança dos sistemas usando o princípio da redundância.

Consistindo num conjunto de dois ou mais discos rígidos, a tecnologia RAID é utilizada principalmente em servidores e cumpre dois objetivos básicos:

  1. Aumentar a velocidade do sistema de disco utilizando a Divisão de Dados (RAID 0);
  2. Trazer maior segurança ao sistema de disco usando a técnica de Espelhamento (RAID 1).

Mesmo com as novas tecnologias de armazenamento de dados, a tecnologia RAID continua a ser muito utilizada – graças a seu foco em segurança e velocidade.

Unidades de disco rígido para microcomputadores

Em 1980, a empresa Seagate Technology (quando ainda se chamava Shugart Technology) lançou o primeiro disco rígido para microcomputadores, o ST506.

A unidade apresentava um motor ágil e discos que armazenavam 5Mb cada um.

O ST506 era conectado ao sistema do computador através de um controlador de disco e a sua interface entre controlador e unidade era derivada da interface SA1000, da Shugart Associates (que, no que lhe concerne, era baseada na interface da unidade de disquete, tornando o projeto da controladora de disco relativamente fácil).

A história do HD

A introdução de IDE e SCSI

Nos anos 80, surgiram os padrões de interface IDE (Integrated Drive Electronics), que também eram chamados ATA (Advanced Technology Attachment) ou PATA (Parallel Advanced Technology Attachment).

Estes padrões inovaram ao trazer o recurso de funcionamento com o driver (controlador) integrado.

A IDE/ATA1 suportava até 540 Mb com taxa de transmissão de 8,3 Mb/s e um ciclo de 240 ns. Já o seu oitavo padrão (ATA/ATAPI 8) tinha uma taxa de transmissão maior que 133 Mb/s, com capacidade de armazenamento variando entre 40 Gb até 500 Gb.

No final da mesma década, em 1986, o padrão SCSI foi desenvolvido para conexão de discos e discos.

O padrão tinha capacidade multi-tasking e alta velocidade de processamento e era implementado em locais que exigiam maiores taxas de transferência do que as oferecidas pelo IDE.

Considerando a sua linha do tempo, o primeiro SCSI tinha uma taxa de transferência máxima de 5 Mb/s numa frequência de 5 Mhz, usando 8 dispositivos numa única conexão.

Já a versão Ultra640 SCSI operava com 160 Mhz de frequência e 16 dispositivos conectados, com uma taxa de transferência máxima que chegava a superar o SATA-III, alcançando 6440 Mb/s.

Introdução do Enhanced Integrated Drive Electronics

Termo cunhado em 1994, o EIDE (Enhanced Integrated Drive Electronics) é um conjunto de extensões para o padrão de conexão ATA-1.

Também conhecido como ATA rápido, IDE rápido ou ATA-2, o EIDE fornecia taxas de transferência muito mais rápidas do que o IDE.

Enquanto os controladores originais da unidade IDE suportavam uma taxa de transferência de até 8,3 Mb/s, o EIDE suportava até 16,6 Mb/s (sendo que alguns poderiam alcançar uma velocidade média até 4 vezes mais rápida que a do IDE).

O padrão EIDE também podia suportar dispositivos de armazenamento em massa de até 8,4 Gb, em contraste com os 528 Mb suportados pelo IDE.

Introdução da Interface SATA

A interface SATA – um IDE padrão para conectar dispositivos como drives óticos e discos rígidos à placa-mãe dos computadores – foi introduzida em 2000, em substituição aos cabos de fita PATA antigos.

O SATA é, basicamente, uma interface que permite aos dispositivos de armazenamento se conectarem aos sistemas host.

Várias versões dessa interface foram desenvolvidas para permitir o aumento da capacidade e largura de banda.

O primeiro disco rígido de 1 terabyte

Em 2007, é lançado pela Hitachi Storage Technologies, o primeiro disco rígido de 1 Tb do mundo: Deskstar 7k1000.

O dispositivo contava com:

  • Interface SATA ou PATA;
  • 200 RPM;
  • Buffer de 32 Mb (SATA) ou 8 Mb (PATA);
  • Tecnologia de Gravação Perpendicular;
  • 5 pratos e 10 cabeças de gravação;
  • Proteção anti-choque.
A história do HD

Conclusão

Ao longo dos anos, os avanços nos discos rígidos foram notáveis – e a evolução está longe de ter fim.

Com dispositivos cada vez mais modernos e recursos mais avançados, a tendência é que os discos rígidos sofram alterações para acompanhar essa evolução.

Mas, independente da tecnologia utilizada, o mais importante é a garantia da segurança do armazenamento dos seus dados, concorda? O que nem sempre acontece.

Seja devido a falhas no dispositivo, exposição a quedas ou condições físicas inadequadas, você pode acabar perdendo os dados salvos no seu disco rígido.

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